Primeiro veio a MEDICINA CURATIVA, por meios médicos e cirúrgicos que não podem garantir a cura a 100% e muitas vezes é apenas MEDICINA PALIATIVA.

Depois começámos a preocupar-nos com a MEDICINA PREVENTIVA e essa sim garante muito mais resultados, pois atua antes da doença aparecer ou na sua fase inicial. Basta dizer que TODOS os cancros ginecológicos detetados numa fase precoce têm tratamento eficaz e minimamente traumático.

Finalmente a MEDICINA REGENERATIVA, o meu sonho desde que comecei a pensar nestas coisas da saúde humana. Por exemplo, a estrela-do-mar e a salamandra se perderem um membro conseguem regenerá-lo. Como seria maravilhoso se isto fosse possível no ser humano.

Mas já muita coisa é possível e nos últimos 20 anos o uso das CÉLULAS ESTAMINAIS para regeneração de órgãos e tecidos danificados abre portas para uma nova era de possibilidades.

As CÉLULAS ESTAMINAIS são células mestras, totipotências e possuem a capacidade de se poderem desenvolver em diferentes tipos de células especializadas, tais como células sanguíneas e outros tecidos. As CÉLULAS ESTAMINAIS DO CORDÃO UMBILICAL possuem vantagens terapêuticas pois são as células mais jovens do organismo e em caso de transplante é menos provável que sejam rejeitadas mesmo quando não existe uma compatibilidade a 100%.

Têm o potencial de se diferenciarem em células sanguíneas (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas) e em células precursoras do osso, cartilagem, gordura e tecido fibroso conjuntivo.

Existem ainda células estaminais adultas ou somáticas nos tecidos do adulto (medula óssea, pulmões, intestino, coração, etc.) mas têm menor capacidade de diferenciação.

As CÉLULAS ESTAMINAIS DO SANGUE DO CORDÃO E DO PRÓPRIO TECIDO DO CORDÃO têm potencial terapêutico em linfomas e leucemias, nas doenças de Alzheimer e Parkinson, traumatismos da coluna dorsal, diabetes, esclerose múltipla, regeneração do músculo cardíaco após enfarte do miocárdio, etc.

VALE A PENA GUARDÁ-LAS. Poderão vir a ser úteis no tratamento de situações nas quais nem sequer pensamos, pois, a investigação continua.