Só 4% de todos os casos de Paralisia Cerebral em crianças de termo são exclusivamente devidos a hipóxia intraparto, os restantes envolvem múltiplos fatores de risco genéticos e ambientais.

A Paralisia Cerebral é mais frequente em certas famílias e em grupos com alta taxa de consanguinidade.

Alguns fetos herdam Genes que os tornam mais suscetíveis ou lhes provocam uma reação excessiva à infeção, disrupção vascular, hipóxia e outras agressões que interferem com a distribuição de oxigénio no cérebro.

Os fetos que herdam alguns "Genes de Trombofilia" têm um risco aumentado de ter um AVC pré-natal ou neonatal e assim desenvolverem uma Paralisia Cerebral quando expostos a "Fatores Ambientais" como hipóxia ou infeção.

A maioria dos fetos que estão expostos à infeção intra-amniótica não desenvolve Paralisia Cerebral. Só os fetos que desenvolvem uma resposta intensa e excessiva à infeção desenvolvem Paralisia Cerebral.

Foram identificados " Genes Associados " a todas as formas de Paralisia Cerebral em crianças de termo e pré-termo e estão " Associados a Doença Vascular, Inflamação e Trombose.